Somente um poema para descrever a beleza dessa imagem das aguas que brotam da nascente de paranapiacaba:
Chorar-me-ei inteira,
Até transformar-me em lago.
O orvalho, choro da lua,
Se mesclará nessas lágrimas.
Eu, dissolvida em águas.
A lua, nas minhas mágoas.
(Lígia Gomes Carneiro)